“Alice no País das Maravilhas”, de Alice Gerstenberg e Lewis Carroll, é uma adaptação dramática das histórias clássicas “As Aventuras de Alice no País das Maravilhas” e “Através do Espelho”, escrita no início do século XX. Esta peça capta as aventuras extravagantes e absurdas de Alice enquanto ela percorre um mundo surreal povoado por personagens peculiares e diálogos envolventes. Tematicamente, a peça centra-se nos temas da identidade, da curiosidade e do absurdo das regras sociais. A narrativa acompanha Alice quando ela cai por uma toca de coelho e chega ao País das Maravilhas, onde encontra várias criaturas fantásticas, como o Coelho Branco, o Chapeleiro Louco e a Rainha de Copas. Ao longo da sua jornada, Alice debate-se com mudanças no seu tamanho, envolve-se em conversas ilógicas e participa em jogos absurdos, como o croquet com flamingos e ouriços vivos. À medida que atravessa esta paisagem bizarra, aprende a questionar a autoridade e as estruturas da sua realidade. Em última análise, as suas aventuras desafiam a sua compreensão da identidade e da lógica, culminando num julgamento surreal que enfatiza o ridículo do mundo em que entrou, antes de ela despertar de volta à sua própria realidade.