O Que É a Arte?”, de Leo Tolstoy, é uma obra filosófica concluída em 1897. Tolstoy questiona a própria natureza da arte, rejeitando definições baseadas na beleza para propor que a arte seja qualquer coisa que comunique emoções — desde piadas até serviços religiosos. No entanto, seu moralismo cristão leva-o a desprezar mestres consagrados como Beethoven, Wagner e Shakespeare, bem como a maior parte de suas próprias obras. Ele condena a obscuridade e a artificialidade da arte contemporânea, insistindo que a verdadeira arte deve ser acessível a todos e servir à evolução moral da humanidade, evocando o espírito de fraternidade e amor.
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