O Sinal dos Sete Pecados”, de William Le Queux, é um romance escrito no início do século XX. Trata-se de um mistério romântico e sensacional ambientado na Riviera, onde o brilho de Monte Carlo esconde uma teia de crimes, segredos e tentações. Narrado pela jovem americana-italiana Carmela Rosselli, a história entrelaça suas viagens com as de sua amiga Ulrica Yorke, um assassinato repentino, um misterioso milionário e uma figura mascarada chamada “A Coruja”, sugerindo que amor, dinheiro e perigo colidirão. O romance acompanha Carmela desde Washington até Londres, Paris e, finalmente, Nice, onde ela e Ulrica entram em contato com dois americanos conhecidos: Gerald Keppel e Reginald Thorne. Após uma tarde de sorte na roleta e um jantar luxuoso no restaurante Ciro’s – durante o qual Carmela vê seu ex-amante Ernest Cameron com outra mulher – Reggie ganha uma fortuna, mas é encontrado morto no salão de estar do hotel onde as duas mulheres estavam hospedadas; o dinheiro desapareceu e a causa da morte permanece desconhecida. As investigações policiais não levam a nada além de suspeitas e críticas da imprensa, enquanto Carmela e Ulrica se aproximam do austero e excêntrico pai de Gerald, o milionário Benjamin Keppel, que secretamente negocia comércio de marfim e lhes propõe uma viagem de iate. No auge do carnaval, a figura mascarada “A Coruja” dança com Carmela e pede um encontro privado, declarando saber a verdade sobre a morte de Reggie e insistindo que o roubo não foi o motivo.