Lehre vom Schluss : oder, Erste Analytik (Organon III)

Aristotle, 385 BCE-323 BCE

Sobre este livro

Os silogismos (do grego antigo συλλογισμός, syllogismós, “[o] processo de raciocínio lógico, conclusão lógica”) são um catálogo de determinados tipos de conclusões lógicas. Eles constituem o núcleo da lógica antiga desenvolvida por Aristóteles no século IV a.C., bem como da lógica tradicional até o século XIX. Somente com a integração da lógica na matemática, seguindo os trabalhos de George Boole e Gottlob Frege nos séculos XIX e início do XX, o método silogístico foi substituído como principal técnica de raciocínio lógico. Em geral, por “silogística” entende-se o estudo dos próprios silogismos. A lógica clássica investigava especialmente quais condições eram necessárias para que os silogismos fossem válidos. Os silogismos são sempre estruturados de acordo com o mesmo padrão: duas premissas, denominadas antecedentes, levam a uma conclusão. Tanto as premissas quanto a conclusão são enunciados de um determinado tipo, nos quais um conceito (o sujeito do silogismo) é relacionado a outro conceito (o predicado do silogismo) de uma maneira específica. Os conceitos utilizados em um silogismo são denominados superconceito, meio-conceito e subconceito, dependendo da posição que ocupam na estrutura do raciocínio. (Este resumo foi retirado da Wikipédia.)

Autor
Aristotle, 385 BCE-323 BCE
Idioma
Deutsch