"Hanging in Chains", de Albert Hartshorne, é um relato histórico escrito no final do século XIX. A obra examina as práticas históricas e os aspectos jurídicos relacionados à pena capital na Inglaterra, concentrando-se especificamente na exposição de corpos em forcas como forma de dissuasão pública. O texto destaca diversos castigos ao longo dos séculos, incluindo detalhes sobre figuras notórias e acontecimentos relacionados às execuções, explorando as perceções sociais da morte e da desonra associadas à exposição dos corpos. No início da narrativa, o autor discute a importância do sepultamento nas culturas antigas, particularmente entre judeus, egípcios e gregos, enfatizando a vergonha e a infâmia associadas a morrer sem os devidos ritos funerários. Hartshorne utiliza referências bíblicas e anedotas históricas para ilustrar o horror que a exposição dos corpos em forcas representava, detalhando como essa forma de punição era empregada para incutir medo no público e servir de advertência contra o crime. A abertura estabelece um tom sinistro, preparando os leitores para uma exploração detalhada dos aspectos macabros das punições judiciais ao longo da história.