Os Clássicos Chineses”, de James Legge, é uma compilação acadêmica de importantes textos confucionistas, produzida no final do século XIX. Esta coleção, composta por cinco volumes, inclui traduções, notas críticas e exegeses de obras como “Os Anais de Confúcio”, “O Grande Estudo” e “A Doutrina do Meio”, entre outras. O livro constitui uma fonte histórica e filosófica essencial para o entendimento dos textos fundamentais do confucionismo, refletindo sobre a sua importância no contexto da história cultural e intelectual chinesa. Na introdução, descreve-se a estrutura e o significado dos clássicos chineses, abordando os títulos canônicos considerados autoritativos na literatura chinesa. Explica-se também o conceito de “Cinco Clássicos” e “Quatro Livros”, esclarecendo as origens desses textos e a sua atribuição a Confúcio e seus discípulos. Além disso, esta seção apresenta as adversidades históricas enfrentadas por essas obras, como a queima de livros durante a dinastia Qin e os esforços subsequentes para recuperar e preservar a literatura clássica. No geral, a introdução serve como uma introdução essencial à importância desses textos para o entendimento da filosofia confucionista e da sua influência duradoura na cultura chinesa.